No dia 25 de julho de 2026, equipes técnicas do Programa Norte Conectado deram início ao lançamento dos cabos de fibra óptica no Rio Madeira, em Porto Velho (RO). A operação marca o começo da instalação da infraestrutura subfluvial que vai interligar os estados do Amazonas e Rondônia. O trabalho ocorre a partir de uma base flutuante instalada no rio e conta com o apoio do Ministério das Comunicações.
A ação faz parte de um projeto maior de inclusão digital na Amazônia. Ela busca reduzir custos e o tempo de transmissão de dados, além de ampliar o acesso à internet de qualidade em regiões remotas. O lançamento representa um passo concreto para superar desafios logísticos típicos da floresta.
Base flutuante viabiliza operação no rio
A base flutuante instalada no Rio Madeira abriga até 110 pessoas e funciona como central de operações. Ela dispõe de sistemas de monitoramento e equipamentos especializados para o lançamento dos cabos. A estrutura permite que o trabalho seja realizado com segurança e eficiência.
Os técnicos utilizam a plataforma para controlar todo o processo de instalação subfluvial. O modelo evita a necessidade de grandes intervenções em terra firme e minimiza o impacto ambiental na região. Equipes do Ministério das Comunicações acompanham a rotina diária das atividades.
Conectividade amplia inclusão digital na Amazônia
A interligação entre Amazonas e Rondônia deve melhorar a qualidade da internet em municípios isolados. O projeto reduz a dependência de links de satélite caros e instáveis. Com a nova infraestrutura, escolas, unidades de saúde e empresas locais ganham acesso mais estável.
O Programa Norte Conectado já planeja novas etapas após o término desta fase inicial. A expectativa é que a rede subfluvial sirva de modelo para outras regiões da Amazônia Legal. A iniciativa reforça o compromisso do governo federal com a expansão da conectividade no interior do país.
Próximos passos do projeto
Após o lançamento inicial dos cabos, as equipes vão prosseguir com a fixação e os testes de transmissão. O cronograma prevê a conclusão da primeira etapa até o fim do segundo semestre de 2026. O Ministério das Comunicações deve divulgar novos relatórios de avanço nos próximos meses.
A base flutuante é uma solução inovadora e necessária para o desafio de levar conectividade à Amazônia. Ela permite que o trabalho seja feito de forma segura, eficiente e com mínimo impacto ambiental.
Um dos coordenadores do projeto