O coronel Chrisóstomo defendeu punições rigorosas contra operadores de fraudes no INSS durante as sessões da CPMI em Brasília. Sua postura intransigente reforça o combate ao crime organizado que lesa famílias vulneráveis e cobra responsabilização criminal dos envolvidos.
Atuação nas investigações da CPMI
O parlamentar questiona testemunhas e destaca omissões públicas nas apurações em andamento. Ele aplica o rigor militar às análises para identificar intermediários que manipulam benefícios previdenciários.
Essa abordagem busca coibir esquemas que exploram beneficiários em situação de fragilidade social. O foco permanece na transparência e na eficiência dos trabalhos da comissão.
Defesa de responsabilização criminal
Chrisóstomo defende que os fraudadores enfrentem consequências penais proporcionais aos danos causados. A medida visa proteger milhões de brasileiros que dependem dos recursos do INSS para sua subsistência.
Com essa posição, o coronel contribui para fortalecer as políticas de segurança previdenciária no país. A CPMI avança com o objetivo de propor soluções concretas contra a criminalidade nesse setor.