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Aluna de 13 anos é flagrada com canivete em escola de Porto Velho

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Sala de aula em escola de Porto Velho com canivete sobre carteira
Sala de aula em escola de Porto Velho com canivete sobre carteira

Uma aluna de 13 anos foi flagrada com um canivete durante uma revista de segurança realizada na manhã de quinta-feira, 9 de julho de 2026, na Escola Estadual Sebastiana Lima de Oliveira, localizada na zona sul de Porto Velho. A abordagem ocorreu de forma rotineira pela Patrulha Escolar da Polícia Militar, que identificou o objeto após interrogar a adolescente. A estudante confessou portar o item e o entregou imediatamente aos militares, que acionaram a mãe da menor para esclarecimentos no local.

Detalhes da abordagem pela patrulha escolar

A operação de revista seguiu os procedimentos padrão adotados pela Patrulha Escolar da Polícia Militar em unidades de ensino da região. A adolescente foi abordada de maneira individual, sem resistência, e confirmou o porte do canivete antes de entregá-lo voluntariamente. Os militares registraram o ocorrido e notificaram a responsável pela aluna, que compareceu à escola ainda na manhã do mesmo dia.

Após ser chamada, a mãe da estudante admitiu ter autorizado o transporte do objeto. Segundo ela, a autorização visava permitir que a filha cortasse frutas durante o intervalo escolar, prática que considerava segura no ambiente da escola. A explicação foi registrada pelos agentes, que orientaram a família sobre os protocolos de segurança vigentes em estabelecimentos de ensino.

Medidas adotadas após o flagrante

O episódio reforça a importância das revistas rotineiras realizadas pela Patrulha Escolar da Polícia Militar em escolas públicas de Porto Velho. A aluna de 13 anos não sofreu medidas disciplinares adicionais no momento da abordagem, e o caso foi encaminhado para análise da direção da Escola Estadual Sebastiana Lima de Oliveira. A presença de objetos cortantes em ambiente escolar continua sendo monitorada por equipes de segurança para garantir a integridade de todos os alunos.

Autoridades educacionais locais mantêm o diálogo com as famílias sobre regras de conduta e itens permitidos dentro das dependências escolares. O ocorrido na zona sul de Porto Velho serve como alerta para a necessidade de orientação constante sobre o que pode ou não ser levado por estudantes durante o período letivo.

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