Um motorista de carreta avançou contra ciclistas na BR-319 na manhã de domingo, 23 de agosto de 2026, atropelou e matou Waldirene Miranda, de 58 anos, além de ferir outro ciclista. Após o impacto, o condutor realizou um retorno, parou para observar a cena e, ao perceber que a vítima fatal não respondia, dirigiu a carreta contra testemunhas que prestavam socorro, atingindo o veículo delas e lançando-o em uma ribanceira. O episódio ocorreu após a ponte sobre o rio Madeira, próximo à Vila do Dnit.
O condutor trafegava em zigue-zague pela rodovia federal quando colidiu com os ciclistas. Depois do atropelamento, ele manobrou o veículo pesados de forma a retornar ao local e analisar a situação das vítimas. A ação seguinte do acusado colocou em risco direto as pessoas que tentavam ajudar os feridos.
Reação das testemunhas no local
Uma testemunha presente no momento relatou ter feito um sinal com a mão na cabeça para indicar que Waldirene Miranda estava morta. Essa atitude parece ter desencadeado a investida final do motorista da carreta contra o grupo de socorro, que incluía a irmã da testemunha e o ciclista sobrevivente.
Quando ele viu que eu botei a mão na cabeça, tipo sinalizando que a mulher estava morta, ele jogou a carreta em cima de nós para matar eu, minha irmã e mais um rapaz, o outro ciclista
Testemunha
Consequências para as vítimas envolvidas
Waldirene Miranda não resistiu ao atropelamento e foi confirmada como vítima fatal. Outro ciclista sofreu ferimentos e precisou de atendimento médico. As testemunhas, incluindo a irmã da depoente, escaparam por pouco do segundo ataque do veículo pesado, que destruiu parcialmente o carro em que estavam.
As autoridades foram acionadas para registrar o caso e realizar os procedimentos de praxe na rodovia. O motorista da carreta permanece como principal acusado dos fatos descritos.