As ações de combate ao furto de energia em Rondônia resultaram em 69 prisões em flagrante ao longo de 2026, segundo balanço da concessionária Energisa. As detenções ocorreram durante inspeções rotineiras realizadas em áreas de maior incidência, em parceria com forças de segurança. O crime, popularmente conhecido como “gato”, causa prejuízos financeiros, riscos à segurança e interrupções no fornecimento de energia.
Como as inspeções identificam as irregularidades
As equipes da Energisa realizam vistorias programadas em pontos críticos do estado. Durante as abordagens, técnicos verificam medidores e conexões, enquanto agentes de segurança garantem a ordem. Quando irregularidades são confirmadas, os responsáveis são detidos em flagrante.
Esse trabalho conjunto tem permitido ampliar o alcance das operações sem aumentar os custos para os consumidores regulares. A estratégia prioriza regiões com histórico de perdas elevadas, otimizando recursos e tempo de resposta.
Riscos do furto de energia para a população
O furto de energia expõe moradores a perigos como incêndios, choques elétricos e sobrecarga na rede. Além disso, as ligações clandestinas provocam quedas de energia que afetam serviços essenciais e a rotina de famílias e empresas. A Energisa reforça que o combate a essas práticas protege tanto o patrimônio público quanto a segurança coletiva.
Especialistas alertam que a prática é tipificada no Código Penal e pode resultar em multas e processos judiciais além da prisão. A conscientização da população é considerada fundamental para reduzir os índices de irregularidades nos próximos meses.