A Polícia Civil deflagrou na sexta-feira, 4 de setembro de 2026, a terceira fase da Operação Quirinos em Rondônia. A ação investiga uma organização criminosa suspeita de ameaçar de morte servidores do sistema penitenciário e utiliza um advogado de Pimenta Bueno como suposto intermediário entre detentos e a facção.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos no município de Pimenta Bueno e em unidades prisionais do estado. A operação contou com apoio do Ministério Público e da Secretaria de Estado de Justiça, que reforçaram as medidas de proteção aos servidores coagidos.
Avanço nas investigações sobre ameaças
Durante a fase atual, as equipes aprofundaram as apurações sobre o papel do advogado investigado. Ele é apontado como responsável por transmitir ordens e informações entre líderes da facção presos e membros que atuam do lado de fora.
A Polícia Civil identificou que a estrutura criminosa buscava manter a comunicação ativa mesmo com os principais comandantes encarcerados. As buscas apreenderam documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que serão analisados nos próximos dias.
Proteção aos servidores do sistema prisional
A Sejus informou que todos os servidores ameaçados receberam reforço em suas medidas de segurança. A pasta destacou que a operação visa romper os canais de influência da organização dentro dos presídios.
As investigações continuam e novas fases podem ser deflagradas conforme o andamento das análises. A Polícia Civil pede que a população denuncie qualquer informação relevante por meio dos canais oficiais.