Uma disputa entre o proprietário de uma empresa de fabricação de bloquetes e uma construtora mobilizou a Polícia Militar na manhã de terça-feira, 25 de agosto de 2026, na Avenida Brasil, próximo à agência do Banco do Brasil, em Chupinguaia. O conflito surgiu após a retirada parcial de bloquetes de um canteiro de obras por um caminhão da construtora, motivada por uma pendência financeira de R$ 8 mil. O proprietário acionou a corporação ao tomar conhecimento da ação, mas os policiais constataram tratar-se de uma questão de natureza cível e orientaram as partes a buscarem solução na Justiça. Nenhuma prisão foi realizada.
Detalhes da ocorrência
O proprietário da empresa de bloquetes informou aos militares que não havia autorizado a retirada dos materiais. Ele relatou ter sido surpreendido ao saber que um caminhão da construtora carregava parte dos bloquetes do canteiro localizado na Avenida Brasil. Os policiais compareceram ao local e verificaram a carga parcial dos itens, sem identificar indícios de crime no momento da abordagem.
A construtora, por meio de seu funcionário condutor do caminhão, alegou que a retirada ocorrera com autorização do responsável pela obra. Segundo ele, a medida visava quitar uma dívida pendente de R$ 8 mil entre as duas empresas. O proprietário dos bloquetes negou ter concedido qualquer autorização para a remoção dos materiais.
Versões apresentadas
As partes apresentaram versões divergentes sobre a autorização para a retirada dos bloquetes. O condutor do caminhão sustentou que agiu com aval do responsável pela obra devido à dívida existente. Já o proprietário da empresa fabricante afirmou não ter dado consentimento e considerou a ação irregular. Os militares registraram as declarações sem aprofundar a investigação, por se tratar de conflito civil.
Orientações da polícia
Diante da natureza cível do problema, os policiais orientaram os envolvidos a resolverem as pendências financeiras e a questão dos materiais por meio de ação judicial. A Polícia Militar limitou-se a mediar o momento para evitar escalada do conflito no local. O caso segue sem registro de prisões ou medidas cautelares adicionais.