Uma fossa com a tampa quebrada há mais de 60 dias no Hospital São Lucas, em Cerejeiras (RO), continua exposta em área de grande circulação e coloca em risco pacientes, acompanhantes e funcionários. A estrutura fica próxima ao pronto-socorro e ao setor de fisioterapia, locais de intenso movimento diário. Apesar de notificações anteriores enviadas pela direção do hospital, nenhuma intervenção foi realizada até o momento.
Risco permanece após notificações prévias
A tampa danificada não recebeu reparo nem isolamento adequado, mesmo após alertas formais. Pacientes e funcionários transitam diariamente pelo local sem qualquer proteção adicional. A Secretaria Municipal de Saúde de Cerejeiras foi informada sobre o problema, mas a situação segue inalterada.
A falta de ação agrava a possibilidade de acidentes, especialmente em dias de maior demanda no pronto-socorro. Profissionais relatam preocupação constante com a segurança de todos que frequentam o hospital.
Responsabilidade atribuída à prefeitura municipal
A fossa pertence à Prefeitura Municipal de Cerejeiras, que ainda não executou a obra solicitada pelo hospital. A direção da unidade afirma ter encaminhado ofícios e pedidos de manutenção, sem retorno efetivo. Enquanto isso, o local permanece acessível e sem sinalização de alerta.
A demora na solução expõe vulnerabilidades na manutenção de equipamentos públicos de saúde na região. Moradores e servidores aguardam providências que garantam a integridade física de quem utiliza o Hospital São Lucas.